Espaços vivos e a nova geração de leitores

Escolas atentas e modernas podem ampliar e aprofundar o repertório de conhecimentos do indivíduo e de toda a comunidade

Uma escola atenta e moderna pode ampliar e aprofundar o repertório de conhecimentos do indivíduo e de toda a comunidade

Por Aline Fernanda Camargo Sampaio | Foto Shutterstock | Adaptação web Rachel de Brito

Todo mundo já ouviu – e provavelmente também já repetiu – a noção de que, para escrever bem, é preciso ler bem. À primeira vista, parece um princípio básico e indiscutível do ensino da Língua Portuguesa. Tanto que a opção entre grande parte dos professores tem sido propor aos alunos essa tarefa.

Entretanto, considerando-se a questão da leitura, nos deparamos com o fraco desempenho apresentado pelos estudantes brasileiros nos sistemas de avaliação; sejam eles de abrangência internacional, nacional , estadual ou local.

Avaliações nacionais e internacionais realizadas com milhões de estudantes brasileiros comprovam a defasagem dessa aprendizagem ao longo dos anos escolares. Basta lembrar que o Brasil, nos exames do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), ocupou em mais recentes publicações as últimas posições no que tange ao uso da língua materna.

Essa prova trianual, que avalia os conhecimentos de leitura, matemática e ciências, de alunos de 15 e 16 anos, mede e compara o desempenho de 65 países. O Brasil, que participa dessa avaliação desde 2000, ficou em 58º lugar em 2012, não registrando avanço significativo há 13 anos.

Em 2016, entre as 72 nações, o relatório mostrou o País na 59ª posição em leitura. A partir dessa triste constatação – da insuficiência de competências básicas da leitura e da escrita na população jovem –, constatam-se também as dificuldades para o exercício da cidadania em uma sociedade que está em constante transformação.

 

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